Dezembro é o mês que eu mais gosto! Não somente por ser o meu mês, mas também pelo Natal e pelo Ano Novo. 31 de dezembro de 2008
Dezembro
Dezembro é o mês que eu mais gosto! Não somente por ser o meu mês, mas também pelo Natal e pelo Ano Novo. E Não Viveram Felizes para Sempre
Assistir a filmes infantis tem seus encantos, quando não se processa a típica lavagem cerebral causada por músicas-chiclete (quem tem filhos pequenos sabe o que é passar o dia com notas musicais de Patati e Patatá, Moranguinho e Cocoricó na caixola). Melhor ainda quando você se identifica com um dos personagens, a ponto de até torcer por um final feliz, quando sempre espera que ele não aconteça, como no cinema adulto e agradavelmente ranzinza. (Renata Sá Carneiro Leão) - texto adaptado
24 de dezembro de 2008
Paz em seu coração
"Vamos todos fazer nosso sonho se realizar
(Trecho da música "Canção do Terceiro Milênio" – Leonardo)
18 de dezembro de 2008
A Teoria dos Setênios
Dizem que de sete em sete anos a vida da gente muda, toma um novo rumo, entra numa fase diferente da que vínhamos vivendo. São os ciclos de sete anos conhecidos como setênios. Os setênios demonstram como podemos entender os ciclos de vida de uma maneira prática e sábia. O número sete é muito importante na maioria das culturas. Vale lembrar que na bíblia Deus criou o mundo em sete dias; a semana possui sete dias; temos sete astros relacionados ao homem (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno) que são também os sete deuses olímpicos; e são sete os metais (ouro, prata, mercúrio, cobre, ferro, estanho e chumbo).A teoria do setênio tem como base a Antroposofia – conhecimento desenvolvido pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925) – que diz que a cada sete anos surge algo de novo e importante em nossa vida, que serve como desafio e nos ajuda a crescer. Os setênios vêm marcados por períodos de mudanças, físicas ou emocionais, e muitas vezes desencadeiam a sensação do tipo “o que eu faço da vida”. E vai ver que é por isso que dizem que os casamentos têm as suas crises de sete anos...
Idéias que definem os setênios
0 a 7 anos – O ninho. Interação entre o individual e o hereditário
7 a 14 anos – incentivos e valores
14 a 21 anos – puberdade /adolescência - crise de identidade
21 a 28 anos – experimentar limites
28 a 35 anos - fase organizacional
35 a 42 anos – crise de autenticidade
42 a 49 anos – altruísmo X querer manter a fase expansiva
49 a 56 anos - “ouvir o mundo”
56 a 63 anos (e adiante) – abnegação / sabedoria
Os meus 14 anos foram marcados pelos amores platônicos e pelo grau máximo da minha timidez que fez com certeza com que eu perdesse ótimas oportunidades na vida. Aquele foi um período marcante dentro dos sete anos do ciclo de 8 a 14. Lembro-me que foi um período chato, por incrível que pareça, e que eu passava as noites dos fins de semana deitada e ouvindo rádio, e pensando na vida. Pensava no menino da escola que não retribuía o meu amor, pensava na grana que meu pai não tinha e que me faria sair da escola particular e ir para uma pública (o que não aconteceu graças ao auxílio dos meus tios, que conseguiram, com um vereador, uma bolsa para eu estudar), pensava na profissão que eu teria que escolher. Foi uma fase de recolhimento.
21 de novembro de 2008
Há Irmãos... e Irmãos
No dicionário encontramos o seguinte significado da palavra “irmão”:- aquele que possui mesmo pai ou mesma mãe, biológico(a) ou adotivo (a); pode-se chamar de irmão também aquele com o qual se tem forte laço de amizade, ou aquele que possui a mesma crença religiosa.
Irmãos, de um jeito ou de outro, nos fazem aprender a ter responsabilidade, a sermos generosos com os outros, a nos sentirmos úteis e laboriosos. Com irmãos aprendemos a compartilhar, a sermos mais autônomos, resistentes e adaptáveis ao mundo. Ter um irmão, literalmente ou no sentido figurado, é ter a certeza de haver um recanto onde vamos encontrar apoio, amizade e confiança.
12 de novembro de 2008
Natal

Essa é uma data que para mim é muito especial, e pela qual eu ainda sinto o mesmo encanto que eu sentia nos tempos de infância.
Posso fechar os olhos e passear pela memória dos meus Natais... e posso sentir a felicidade de outrora me contagiando. Pura nostalgia...
Meus pais sempre fizeram questão de montar a árvore de Natal, enfeitar a casa com pisca-piscas, programar a festa na casa da minha avó (vovozinha, quanta saudade!), sair com meus irmãos e eu para comprar os presentes, comprar roupas novas para a data, enfim, na minha casa o Natal sempre foi tratado como um acontecimento especial, que é como deve mesmo ser.
Mas o mais mágico de se lembrar se concentra na cartinha para o Papai Noel, que meus pais incentivavam os meus irmãos e eu a escrever.
Meus irmãos eu não sei, mas eu acreditei no bom velhinho – aquele mesmo, de roupa vermelha, barba branquinha, sininho na mão - até por volta dos meus oito anos. Todos os anos eu escrevia a carta, e ficava maravilhada ao receber o presente pedido! Na minha inocência eu nunca percebi como os adultos faziam para colocar o presente do Papai Noel no meio dos outros presentes que já estavam ao redor da árvore, sem que eu percebesse todo o movimento suspeito para tal. Criança é um ser tão lindo e puro... Eu tive, em muitos daqueles anos, a certeza absoluta de ter visto o trenó do Papai Noel no céu, de ter visto o vulto dele, de ter visto a mão dele naquela luva branca me acenando um tchauzinho. Sim, eu vi mesmo!!!! Tudo que a minha imaginação e ingenuidade me permitiram ver naqueles dias natalinos fazem parte das sensações que eu vivi e que me permitiram ser o que eu sou hoje. E a mão do Papai Noel eu vi sim! É que era a mão da minha avó - do lado de fora da janela, no terreiro que era mais baixo que o nível do quarto - me dando um tchau mais que especial. E ela bem sabia que aquele tchau iria fazer diferença na minha vida... Essa fantasia de criança é muito saudável; é o primeiro passo para que possamos ir compreendendo ao longo da vida como podemos transformar um desejo em realidade. Mesmo depois que a infância passa, a magia da época do Natal e a chegada do Papai Noel são fatos que ficam marcados para sempre na memória e que influenciam, inclusive, a educação dos filhos que a gente possivelmente venha a ter.
“E essa aura de magia é que começa a formar dentro da gente um sentimento importantíssimo que muita gente perde quando cresce: a esperança.”
Incentivar os filhos a viverem as fantasias da época de criança, vivendo cada etapa de suas vidas, é fundamental para que eles aprendam a vivenciar as transições de maneira saudável, como por exemplo, descobrir, um dia, que o Papai Noel é o seu próprio pai, ou mãe. Os pais são o suporte para essas e outras descobertas, e isso vale para a vida toda! Por isso, relembrar os meus Natais é tão significativo para mim. Me faz confirmar o fato de que meus pais, principalmente, e todos os outros adultos, contribuíram para eu viver a inocência do Natal da maneira mais saudável que pode ser vivida. E foi assim, de maneira saudável, que eu descobri essa invenção de Papai Noel. E descobri que “Papai Noel morava mesmo no céu, de onde vem tudo o que é bom e que a gente vai guardando dentro da gente, como parcas moedas sendo depositadas em cofrinhos da alma. Ele não tinha forma, barba, roupa, letra de forma, sino ou saco de presentes. Ele tinha espírito natalino. E é nisso que eu acredito até hoje.”
“ “ – Trechos extraídos do texto Papai Noel e eu: cartas, de Kandy – Blog Idéias na Janela

7 de novembro de 2008
Piscadinha ou tique nervoso: parte 2
Não é que ela e o mocinho da piscadela seguiram os passos direitinho de como paquerar usando a piscadinha??? Souberam avançar no flerte! E hoje se aproximaram e conversaram pela primeira vez! Perguntaram os nomes um do outro, disseram onde moram, com que trabalham, trocaram telefones... essas bobeiras que se falam sempre num primeiro contato... (ai que preguiça dessa fase! Rs... mas... faz parte!) E o melhor: o convite para um chopp hoje à noite. E viva a sexta-feira! E viva a piscadinha!!
6 de novembro de 2008
Piscadinha ou tique nervoso?
No caminho para o trabalho eis que algo fez a provável mesmice daquele dia ir para o espaço.
Ela sempre reparava nele. Achava o moço simpático, atraente, com feições que lembravam os traços do ator norte americano Christofer Reeve (o Superman). Mas não tinha sido nada além de uma boa impressão acerca da beleza do rapaz.
Naquela segunda-feira, porém, não é que o mocinho resolvera encará-la?? Talvez de tanto ela, todos os dias, passar de relance os olhos nele, naquele dia ele resolveu passar os olhos nela, não tão de relance assim...
Ele fixou o olhar mais de uma vez nos olhos dela. Deu um leve sorriso. E por fim, uma piscadinha. Ela, meio que surpresa, pois não tinha em mente que os olhares dela fossem compreendidos como uma paquera, ficou sem saber como agir. Indagou-se se ele tinha mesmo demonstrado um interesse ou se teria sido apenas um tique nervoso! Poxa, quanta falta de estima, heim? Ela não sorriu de volta nem retribuiu a piscadela, mas mesmo sem pensar muito acabou fitando o mocinho por alguns bons segundos. E os dois foram-se, cada um viver a sua segunda-feira.
Eles sempre se cruzavam no caminho do trabalho. E na terça-feira ela já esperava meio ansiosa o encontro com ele. Aí ela teria certeza: paquera ou tique? Não foi preciso esperar muito. Lá veio o olhar dele novamente, olhos fixos no tímido olhar dela, o sorriso, a piscada, e o cumprimento com um balançar da cabeça. Sim, agora era certo. Ele estava paquerando ela! E ela estava gostando de viver aqueles momentos. Realmente de onde menos se espera, e quando menos se espera, algo acontece. Fazia muito tempo que um homem não a paquerava com uma piscadinha de olho. Talvez só pelos idos da sua adolescência. Hoje em dia isso não anda muito em voga. Ou anda?? Nem ela sabia dizer. Há tempos sozinha, ela nem sabia mais se ainda sabia paquerar!
Os dias da semana passaram depressa. Ela não via a hora de chegar a manhã seguinte para encontrar o dono da piscadinha mais linda que ela tinha recebido nos últimos anos. E na quinta-feira ela e ele evoluíram nas atitudes e já se puderam ouvir as vozes no cumprimento de bom dia. Ela falava para as amigas sobre o progresso da paquera, e dizia: “tudo está fluindo muito bem, obrigada!”
Na sexta-feira, o que aconteceria???? Nem ela sabia dizer. Amanhã, sexta, talvez ele se aproximasse para conversar por aqueles poucos minutos que tinham próximos um do outro. E talvez pedisse o telefone dela para poderem conversar com calma numa outra hora. Talvez... Mas isso faz parte das cenas do próximo capítulo, porque ainda estamos na quinta...
Sobre o piscar de olhos, descobri por exemplo, que um adulto pisca os olhos cerca de 24 vezes por minuto. Bem que a minha amiga tinha razão: a piscada poderia ter sido um tique! É muita piscada e a gente nem sente! Entre os cinco e dez anos, esse número é quatro vezes menor. Quando se está muito cansado, o número de piscadelas pode subir para quarenta. Durante a leitura pisca-se menos. E é possível tentar ficar sem piscar por alguns minutos. O limite geralmente é quatro minutos.
Cada piscada dura apenas cinquenta milésimos de segundo. Considerando as 24 piscadelas, portanto, ficamos 1,2 segundo sem ver a cada minuto. Ao chegar aos setenta anos, um homem não enxergou por um período correspondente a 21 dias. E eu tenho certeza de que você ficou muito mais culto com essas informações!!
Mas vamos ao que interessa de verdade. A piscada na paquera. Encontrei algumas dicas para o caso de você querer conquistar sua alma gêmea através desse artifício.
ALERTAS IMPORTANTES SOBRE A PISCADA:
1- Se você não sabe piscar com um olho só, JAMAIS tente paquerar com a piscadinha. Primeiro, porque você vai acabar piscando os dois olhos e o seu alvo não vai entender que aquilo foi um flerte. Segundo, porque se você forçar a barra para piscar com um olho só, é provável que pensem que você tem um tique e isso não é nada bom. Além de poder parecer que você está fazendo uma careta.
2- A piscada NUNCA deve ser acompanhada por outros gestos. Piscar e dar uma lambida nos lábios, piscar e fazer um "revolverzinho" com a mão, piscar e jogar um beijinho: qualquer combinação dessas pode ser fatal. Além de ser extremamente brega, é claro!
3- A piscada de olho é ótima para uma primeira investida. Mas logo se deve evoluir na paquera. Se a azaração está durando alguns dias (se não ocorre numa balada, por exemplo, como no caso da minha amiga) as piscadinhas são bem vindas no primeiro, ou no máximo, no segundo dia. Você não vai querer ficar se correspondendo através das piscadelas, não é mesmo? Mesmo porque elas acabam perdendo a graça do primeiro momento.
Portanto, cuidado ao dar uma piscada de olho para a pessoa que você está a fim. A famosa piscadinha pode sair pela culatra, dependendo de como for executada. Ao piscar para alguém, você deve ser bem natural, e tentar agilizar a oportunidade para que o velho e bom papo aconteça.
30 de outubro de 2008
Homem é bicho bobo
Nas minhas andanças pela net acabei encontrando um Blog bem interessante. Bom, é no mínimo curioso... Chama-se Homem é Tudo Palhaço (HTP). Nele são relatados casos divertidos de péssimas cantadas dos homens, bem como comportamentos ridículos dos mocinhos. Aff, é cada uma!... Os casos são verídicos e aconteceram com as donas do Blog, e há também a publicação de histórias que são enviadas por leitoras.Então eu parei para pensar nas histórias que já aconteceram comigo e que poderiam ser ali registradas. E não é que são inúmeras?? Tá bom, eu sei que nós mulheres não vivemos sem esse ser pensante de duas cabeças, mas cá pra nós, homem é bicho bobo mesmo! Uma coisa que sempre me irritou, desde que tenho uns 12 anos de idade, é ver o quanto é ridículo um homem virar o pescoço até quase quebrar só para acompanhar uma mulher tida como bonita. Pelo amor de Deus! Homem não acostuma com peito e bunda, não?? A gente é assim desde que o mundo é mundo!! Pior ainda quando eles fazem aquela cara de bobo, boca aberta quase babando... ah, neemmmm!!!!!
Nós mulheres também admiramos o que é belo, claro, e olhamos para os mocinhos, sim! Mas somos discretas, acompanhamos com o olhar.
E em tempos em que eu estou só atraindo encosto, as histórias bizarras dos homens mais bizarros que já passaram (e estão nesse momento passando) pela minha vida cairiam como uma luva no blog HTP. Vou até escrever para lá... Acho que os casos darão ibope! Rs...
Quem quiser dar uma olhada no Blog que estou falando, vale à pena. Com certeza é uma leitura divertida! E não venham, homens, reclamar e dizer que as mulheres andam por aí fazendo palhaçada igual... Logicamente há exceções, mas os casos são típicos masculinos, sorry! É só ler lá...
A partir de agora, sempre que eu cruzar com um desses no meu caminho, eu vou olhar bem para a cara dele e dizer: HTP!!!! Possivelmente ele não irá entender nada. Mas eu vou saber muito bem o porquê de dizer!...
29 de outubro de 2008
Amar é uma questão de decisão
O Sábio ouviu... Olhou-o nos olhos, disse apenas uma palavra e calou-se: Ame-a.
- Mas eu já disse: Não sinto nada por ela!
- Ame-a, disse novamente o sábio. E percebendo o desconforto do homem, depois de um breve silêncio, o sábio explicou: Amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é decisão e entrega. Amar é um verbo, e o fruto dessa ação é o amor. Ame o seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê-lhe afeto e ternura, admire-o e compreenda-o.
O amor é um exercício de jardinagem: Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim."
23 de outubro de 2008
Felicidade Vem em Fases
Li no Orkut de uma amiga uma frase da qual eu não sei a autoria, mas achei interessante: “Eu aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento só ocorre quando você está escalando-a!” Faz sentido, não é mesmo?
Pensando nisso, outro dia parei para analisar a minha vida. E descobri que tenho plena consciência do grau de felicidade que eu sinto hoje em dia. Tenho minhas fraquezas, minhas inseguranças, alguns desejos ainda a serem realizados, algumas frustrações, mas nada que ofusque o brilho de se estar viva! E é isso o que importa! Viver! Pois só vivendo conseguimos correr atrás de cada um dos nossos sonhos e podemos nos sentir realizados e felizes à medida que cada um deles vai sendo realizado. Ou à medida que vamos vivenciando etapas para realizar esses desejos. Ou à medida que vamos descobrindo os porquês de alguns desses sonhos não serem concretizados. Os fracassos podem servir para medirmos nossa força, e nos prepararmos melhor para a próxima empreitada, ou a próxima tentativa. Tudo é aprendizado!
Eu sempre me imaginei casando aos 25 anos, tendo meus três ou quatro filhos (eu amo família grande!) até os 35, e assim me realizar como mãe e cumprir parte do meu papel de mulher nessa vida. A gente pode imaginar e até querer, mas nem tudo sai do jeito que pensamos. Hoje tenho quase 36 o pretendente ao meu coração ainda deve estar por aí, em algum jardim (prá não dizer brejo, rsrs...), à espera que eu o encontre e lhe dê um beijo... Será?? Talvez, quem sabe?... Mas o fato é que hoje não há mais tempo, biologicamente falando, nem ânimo, fisicamente falando, para eu ainda pensar nos meus quatro pimpolhos. No máximo em dois, mesmo assim as probabilidades vão diminuindo a cada mês, a cada ano. A natureza é sábia quando prepara o corpo da mulher para ser mãe na sua máxima capacidade reprodutiva, dos 20 aos 30 anos de idade.
O especialista em fertilidade da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, Bill Ledger, que desenvolveu um teste chamado "Plan Ahead Test" (Planeje com Antecedência), que prevê quanto tempo de fertilidade as mulheres ainda têm pela frente, diz que se ter uma família é a coisa mais importante para uma mulher, é melhor que ela comece a tentar ter filhos na faixa dos 20 anos – não há dúvidas de que quanto mais ela adia, maior a chance de decepção.
Sabe-se que a fertilidade diminui nas mulheres a partir dos 35 anos de idade, mas a de algumas mulheres diminui ainda mais cedo. Uma em cada cem mulheres inicia a menopausa aos 40 anos de idade, mas a fertilidade começa a diminuir vários anos antes.
Bom, não há necessidade de se entrar nesses detalhes. O que quero dizer com isso é que descobri que não preciso me prender ao fato de ser mãe para ser feliz. Não sei se vou ser, ou se não vou ser. Eu quero. Mas caso não aconteça eu sei que a vida é repleta de outras possibilidades de realização pessoal. Não quero atrelar minha felicidade ao casamento, à maternidade... Não precisa ser assim. Há quem case e se sinta sozinha e infeliz; há quem tenha filhos e os abandone por aí. A vida pode apresentar tantas maneiras de ser feliz, e isso pode depender também do seu momento. Há um tempo atrás, por volta dos meus 30 anos, estar solteira me incomodava muito. Hoje isso está mais leve na minha cabeça. Claro que eu quero um companheiro para curtir a vida e fazer planos, mas não faço mais disso condição primordial para ser feliz. Curto o que a vida me apresenta, e cada acontecimento, cada amizade nova, cada viagem que faço, cada reconhecimento no trabalho, cada amizade fortalecida num abraço, cada minuto ao lado do meu sobrinho, cada comemoração de aniversário dos meus pais, tudo serve para construir a minha felicidade. E como dizer que ela não é completa? Não dá para saber o que é ter uma felicidade completa. Porque por mais que você seja feliz hoje, amanhã você vai querer algo mais. É do ser humano nunca se contentar. Então, penso que desse modo sempre buscamos a tal felicidade, mesmo que já tenhamos nos casado, que já tenhamos filhos, que já tenhamos nossa casa. O importante é curtir cada fase da vida com o que de melhor ela nos oferece, e ter consciência de que não se pode ter tudo sempre.
A conquista da felicidade vem no aprendizado diário de saber aceitar e expressar os desejos e sentimentos, construindo os próprios projetos de vida e empenhando-se para realizá-los. O que é motivo de felicidade para uns, pode ser de infelicidade para outros. É um sentimento que pode diferenciar em cada instante, tendo significados diferentes. Depende também de cada um, e cada um só conta consigo mesmo para realizar seus desejos, vontades e projetos. Precisamos aprender a sermos os responsáveis pelas nossas próprias escolhas, assumindo o sofrimento dos erros e fracassos e o gosto das conquistas e vitórias. A felicidade plena e absoluta não existe. Também não existe receita ou manual que possa dar garantia plena de viver 100% feliz.
A busca é por mais momentos e sensação de felicidade. Isso é o que faz diferença.
Descobrir suas necessidades, suas metas, como e quando alcançá-las, reconhecer limites, respeitar-se e se fazer respeitar, saber diferenciar você do outro, é um começo. E nessa busca, cabe a você criar a sua receita e escrever o seu manual, do que seja a SUA sensação de felicidade.
Como já ouvi por aí: a felicidade é lenta e homeopática...
16 de outubro de 2008
Vontade de Fazer Nada

O ideal era estar numa praia, qualquer uma, ao entardecer, pra ver o sol se pôr, de preferência bem acompanhada, fazendo denguinho e declaração de amor!
Na verdade não é vontade de fazer nada; é vontade de fazer só aquilo que não exija muito esforço, e que proporcione imenso prazer! Ou seja: só curtição e nada de obrigação!
O dia é mais um como todos os outros e você precisa concretizar seu roteiro, suas tarefas. Mas o seu corpo não te obedece. Você precisa ir para um lado, mas ele, teimoso, te leva para o outro. As sensações são todas aquelas que te prostam e que te deixam sem reação, ou pelo menos uma boa reação às batalhas do dia. E acaba sendo mais fácil deixar o pensamento voar lá para aquelas bandas da sua memória que te remetem aos mais agradáveis momentos já vivenciados, e que se aproximam em muito do que você gostaria de estar experimentando naquele dia entediante.
E você tem vontade de estar em um monte de lugares, menos naquele em que você de fato está!
Uma tarde despretensiosa com aquele gatinho (que você batalhou para conquistar), no cinema, regada a muita pipoca (e pouco filme), refrigerante e carinhos;
um dia inteirinho de sol, no clube não tão cheio, com a piscina quase só para você, com direito a se lambuzar de água oxigenada para dourar os pêlos, sem ter que ter vergonha de ninguém;
um dia de passeio no shopping, com a carteira recheada, para poder renovar todo aquele seu ultrapassado guarda-roupa;
uma tarde na casa da sua melhor amiga, para colocar as fofocas em dia, fuxicar o Orkut dos outros, rir muito, e fazer um lanche com aquele bolo de cenoura com cobertura de chocolate que só a mãe dela sabe fazer tão gostoso;
um passeio na pracinha do bairro, empurrando o velotrol do seu sobrinho, e ouvindo os casos dele, com aquela maneira mais gostosa que ele tem de falar!;
um dia inteiro para você gastar só com você, sem pressa, para fazer as unhas, depilação, sobrancelha, cortar as pontas do cabelo, fazer uma hidratação ou Progressiva, e ficar se sentindo uma princesa;
um dia de feriado, em frente à TV, assistindo, em meio a um cochilo e outro, os programas Vale à Pena Ver de Novo e Sessão da Tarde;
regar o jardim de casa, num dia bem calorento, e ficar descalço para sentir aquela deliciosa sensação da água fria escorrendo por entre os seus pés;
uma noite de chuva, aquela chuvinha fina e intermitente batendo na sua janela, e vc ouvindo esse barulhinho gostoso, junto com o som baixinho do seu CD preferido, e sonhando acordada sem precisar se prender ao relógio porque no outro dia é domingo e você não tem que acordar cedo.
Eu poderia discorrer mais um monte de momentos revigorantes como esses, mas agora estou cansada. O bom de poder fazer nada é isso: vc pode ou não fazer alguma coisa, sem ter necessariamente que terminar o que começou. E pode pular de uma coisa para outra sem pedir permissão pra ninguém. Sem nem mesmo ter certeza se você quer realmente fazer aquilo. Mas não tem problema, porque o “fazer nada” te permite escolher entre o bom e o delicioso. Isso não é ótimo?
Hoje eu acordei assim, sem vontade de fazer nada. Sem vontade de levantar da cama, sem vontade de olhar que horas eram, sem vontade de tomar café da manhã. Nem vontade para abrir os olhos eu tinha...! No fundo acho que eu tinha era uma vontade de fazer nada fazendo só aquilo que fosse muito bom pra mim!
Assim como existe o Ano do Leão, do Rato, ou do Dragão, eu vou criar o dia de um bicho também: o Dia do Bicho-Preguiça! Em homenagem a esses dias assim, em que a gente não quer fazer nada e só quer ser muito feliz!
2 de outubro de 2008
Bodas de Estanho
Mas que ótimo que vocês dois, Giselle e Hélio, contrariam essa estatística!
Que maravilha que com as bênçãos de Deus, hoje, dia 02 de outubro de 2008, vocês chegam aos 10 anos de casados, juntos, realizados e felizes!
Com certeza um filme passa pela cabeça de vocês. As lembranças da paquera, do primeiro encontro, do primeiro beijo, do dia em que foram apresentados para as respectivas famílias, dos amigos de um e de outro que se tornaram amigos em comum, da curtição dos programas de solteiros, e até das briguinhas, dos ciúmes, dos momentos em que um e outro precisou ceder em favor da paixão.
10 anos é muita coisa! É tempo que serve de aprendizado e de amadurecimento. Tempo que Deus ofereceu para vocês para que fosse cultivado em forma de cumplicidade e amor.
Olhem para trás e agradeçam a Ele todas as alegrias vividas; e reconheçam que as dificuldades foram necessárias para fortalecer o amor de vocês, para valorizar o sentimento que os uniu.
Deslizes? Contratempos? Fazem parte... E de repente um desses contratempos se transformou na mais completa realização do casal! Uma notícia inesperada foi o primeiro passo para essa união que hoje completa 10 anos. Coisas que às vezes Deus planta assim meio que de surpresa na vida das pessoas, mas que o tempo mostra ser para o bem. Dois anjinhos que fizeram os rituais se apressarem, que proporcionaram uma baita surpresa, que fizeram da notícia da gravidez um estardalhaço, que já chegaram atropelando o casal. E desde então esse casal começou a aprender o verdadeiro sentido de estar junto e comprometido com o bem estar da família, pois como já disse Stephen Kanitz, “o objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva.” E é aprender a dividir as infelicidades e tristezas, apoiar o outro em momentos delicados, agüentar a saudade quando um dos dois está longe, trabalhando e lutando por um futuro promissor. E é claro que o casamento também é dividir alegrias, conquistas, sonhar junto, crescer para você próprio e para a família. Casamento pressupõe comprometimento mútuo.
Continuem mantendo a alegria e espontaneidade que lhe são característicos. Primem pelo respeito, diálogo e paciência. Compartilhem sempre, com a família, e com velhos e novos amigos o casamento de vocês. E creditem a Deus as bençãos de formarem uma família feliz, o que lhes permite viver uma união fortalecida o suficiente para durar muitos mais dez anos!
Parabéns, primos, pelas Bodas de Estanho!!
24 de setembro de 2008
10 Anos do Shopping do Vale do Aço
Olhando para trás ficamos surpresos ao ver o quanto o Shopping do Vale cresceu! O quanto cada um de nós contribuiu para que o shopping se valorizasse a cada ano. O quanto todos nós caminhamos... e a caminhada foi mais leve porque caminhamos todos juntos!
O reconhecimento que o Shopping do Vale hoje tem no âmbito nacional, ocorreu graças ao empenho dos seus funcionários, da equipe da Intermall, e principalmente devido ao comprometimento e competência da nossa diretora, Keller Sleumer.
Com determinação e responsabilidade todos nós ajudamos o shopping a ser o que ele é hoje. Toda ação sempre foi muito bem pensada, analisada, e executada com muita cautela. E não é por acaso que hoje cada um de nós pode se sentir super realizado!
São 10 anos de sucesso, vitórias e conquistas! Conseguimos nesta década, conquistar o nosso espaço, mudar hábitos, mudar rotinas, criar moda, vender moda, trazer eventos, entretenimento, lazer. Além disso, colocar dentro de uma cidade como Ipatinga, marcas nacionais, grandes magazines e grandes eventos do circuito nacional.
Não foi tarefa fácil, não é tarefa fácil! Mas com o nosso estilo de trabalho e todas aquelas pessoas que participaram deste processo, conseguimos chegar nestes dez anos fazendo parte de uma curva ascendente e em viés de alta! Eu, particularmente, também tenho 10 anos de empresa, e posso dizer que acompanhei cada processo e cada passo que o shopping deu rumo ao sucesso. E sou grata por fazer parte da equipe que comemora essa conquista!
Parabéns Shopping do Vale, pelos seus 10 anos!
Que nossa trajetória continue assim, vitoriosa!
(Juliana Azevedo/Keller Sleumer)
23 de setembro de 2008
Mulheres são Paralelas
Mulheres compensam esta diferença processando a informação de forma diferente. Homens pensam seqüencialmente, etapa por etapa, logicamente trilhando o caminho da racionalidade, comparando fatos com regras pré-estabelecidas. Suas conclusões dão do tipo “sim-não”, “certo-errado”.
Um dos problemas desta teoria é que não sabemos exatamente como funciona o cérebro paralelo. A maioria dos estudos neurológicos tem sido feita em cérebros de soldados mortos em combate, não em cérebros de mulheres.
Na realidade, ambos os sexos são seriais e paralelos e o que estamos sugerindo, para uma reflexão mais aprimorada por cientistas, é que talvez os homens tendem a ser mais seriais, as mulheres tendem a ser mais paralelas. Estas características, às vezes, são descritas erroneamente como cérebro direito e cérebro esquerdo. O lado do cérebro não tem nada a ver com estas diferenças.
(Lilian e Stephen Kanitz)
(Christofer Mccandles)





